Viva Água


15 junho, 2015

Viva Água na Maior Aula de Natação do Mundo


Organizações de segurança e de formação aquática dos Estados Unidos e de outros países estão unindo forças para

Organizações de segurança e de formação aquática dos Estados Unidos e de outros países estão unindo forças para apresentar mais uma edição da Maior Aula de Natação do Mundo, em inglês, The World´s Largest Swimming Lesson, que acontecerá na próxima quinta-feira, dia 18, às 10h, para promover a conscientização sobre a importância vital de ensinar crianças a nadar a para que se protejam do afogamento.

   Em São Luís, a Academia Viva Água será a única a participar e deverá reunir uma média de 150 nadadores, inclusive crianças das escolas Crescimento, Maple Bear, Portal do Saber e Dom Bosco. Todas estarão usando a pulseira oficial do evento, encaminhada aos países participantes.

   O evento deste ano marcará a sexta tentativa do time WLSL para registrar o evento no Guinness Book. A equipe internacional, composta principalmente de crianças, trabalha em conjunto para evitar o afogamento infantil por meio da participação em uma aula de natação global para difundir a mensagem vital que aulas de natação salvam vidas. Desde a sua criação, mais de 120 mil pessoas participaram das aulas,  gerando mais de 150 milhões de impactos na mídia.

   Desde a primeira participação do Brasil, em 2011, o país tem sido destaque no número de locais e de participantes. Em 2014, com os 34 locais que sediaram o evento, obteve a segunda posição entre os países Top 6, apenas atrás dos Estados Unidos.

   Tragicamente, o afogamento continua a ser a principal causa de morte não intencional para crianças de 1-5 anos, e a segunda principal causa para menores de 14 anos (internacionalmente). No Brasil, em 2012 (dados mais recentes), o afogamento foi a segunda causa geral de óbito entre 1 e 9 anos, a terceira causa na faixa de 10 a 19 anos, a quarta causa na faixa de 20 a 25, a sexta causa de 25 a 29 anos, e no total, 6.369 brasileiros morreram afogados.

   Estudo de caso realizado com o suporte da National Institute of Child Health and Human Development (EUA) demonstrou que a participação em aulas formais de natação pode reduzir o risco de afogamento em 88% para crianças com idade entre 1 a 4 anos. Infelizmente, a maioria das crianças não recebe aulas de natação ou qualquer treinamento de segurança aquática. 

   “Nossa meta é ajudar a bater o recorde e chamar a atenção para a questão do afogamento. Precisamos reduzir os índices e é preciso que as autoridades desenvolvam campanhas de alerta e tudo o quanto for preciso para salvar vidas ao redor do mundo”, destacou a professora Denise Araújo, especialista em natação para bebês.

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